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Casos de uso do Gemini 3.6 Flash: quando um modelo Flash estável se encaixa

O Google lista Gemini 3.6 Flash como um modelo Flash estável que equilibra velocidade e capacidade multimodal em tarefas agênticas gerais e cotidianas. Use esse posicionamento como hipótese inicial e valide-o com sua carga real, não com uma classificação genérica.

Escolha com uma carga mensurável

Crie um pequeno conjunto de avaliação com entradas reais, saídas esperadas, chamadas de ferramentas e falhas. Compare conclusão de tarefas, confiabilidade de formato, latência e uso total de tokens; não escolha com base em um único prompt ou benchmark externo.

Trate entradas multimodais explicitamente

Para documentos, imagens ou prompts mistos, defina o esquema de saída e testes para entradas ausentes ou ambíguas. Registre ID do modelo e versão do prompt para rastrear alterações de qualidade sem reter dados sensíveis.

Faça lançamentos controlados com nome estável

A documentação do Google explica que nomes stable específicos normalmente não mudam, enquanto aliases latest podem mudar. Fixe o ID exato documentado, acompanhe avisos e prepare reversão antes de substituir uma rota consolidada.

Perguntas frequentes

Para que serve o Gemini 3.6 Flash?

O Google o descreve como um modelo Flash stable que equilibra velocidade e multimodalidade para tarefas agênticas gerais e do dia a dia. Sua avaliação define se ele atende a uma meta específica de qualidade e latência.

Um aplicativo deve usar alias latest?

Um alias latest pode mudar entre versões. Para uma liberação de produção controlada, use uma versão stable específica quando apropriado.

Fontes oficiais

Use a lista oficial de modelos como fonte de verdade e faça uma comparação representativa antes de configurar uma rota de API compatível.